Minhas 5 maiores roubadas automotivas | Garagem #13

Se ainda estamos animados de férias e notícias em novembro, é em dezembro que sentimos que o ano está realmente terminando. Agora, em janeiro, nada melhor do que olhar para o passado, afinal, é assim que você entra na nova era, o ano novo. Como o assunto aqui é carro e moto, conto as cinco maiores plataformas que já passei em quatro ou duas rodas.

É assim que aprendemos com frequência de verdade. Lavandaria

Meu primeiro carro comprado zero km era um Corsa

Eu sempre fui um cara muito ciumento com meus carros. Imagine com o primeiro que eu poderia comprar zero km. Foi uma bela Corsa Hatch, uma grande conquista na minha vida a partir daquele momento. No começo eu me lavei, depilei a cor. Isso sempre o deixava limpo e leve. Mas devido à falta de tempo, eu tive que levá-lo para lavar um lava-rápido aqui na cidade um dia. Eu saí com o meu coração na mão. Eu nunca gostei de deixar minha queridinha ou garçonete. Imagine uma tarde em todos os lugares

Depois de ter o conselho de alguns amigos, decidi tirar tudo que eu tinha do carro antes de lavá-lo. O que era basicamente perfume, chicletes, moedas, óculos de sol e uma dessas pastas com CDs (sim, as pessoas tocavam CDs de carros recentemente). Olha, essa pasta estava no porta-luvas. Exatamente no meio da estrada, a rua principal da cidade foi completamente parada com o comando da polícia. Quando o trânsito diminuiu, abri o porta-luvas e adivinhei: não há nada.

Nem mesmo o documento de foto.

Suando mais que chaleira, imaginei que meu carro estava guinchando, que eu revistaria a fazenda e passaria por todos os procedimentos legais cansativos. Mas para o meu enorme destino e fazer a cara mais inocente do mundo, eu não fui parado e pude deixar o carro para lavar. Foi alguns segundos, mas durou para sempre.

Lição: Sempre verifique se você tem os documentos do seu carro e a carteira de motorista antes de sair de casa. Uma boa dica é deixá-lo com o celular, porque é certo que ninguém esquece.

2º O primeiro caso da motocicleta

O guerreiro Dafra Citycom

Já o ditado vai como a primeira vez que nunca esquecemos. Meu primeiro tambor de bicicleta foi bem lembrado por um longo tempo. Naquela época, testei uma motocicleta para um portal de notícias. Uma das coisas legais era fazer uma viagem de teste, para que eu pudesse conhecer melhor a moto do que fazer belas fotos.

Meu roteiro estava prestes a sair de São Paulo para Socorro. Uma estrada que é conhecida por ser bonita e cheia de curvas. Montando um Scooter Citycom Dafra, fui dar uma volta, fui muito devagar e desagradável para chegar. Olha, no meio de uma curva, antes mesmo de dizer "ai", eu rolei no asfalto e vi a motocicleta correndo como o fazendeiro na própria casa. Felizmente, fui para o lado da moto com a moto para o lado da pista. Sabendo que eu estava seguro lá, fiz o procedimento mais adequado, que é ficar quieto e mover gradualmente as pernas.

Antes mesmo de começar a me mover, um carro na direção oposta já havia parado e o pai perguntou ao filho: "Ele está morto?"

Subi sem entender muito bem o que aconteceu primeiro e depois vejo uma colocação de óleo quase transparente na pista, o que acabou por me surpreender. Porque estava bem equipado, eu não tinha nenhum ferido. Ele acabou de destruir parte da luva e uma lágrima dolorosa no novo capacete. A moto, apesar da grade, ainda me levou ao destino sem problemas.

Lição: Preste sempre atenção e preste atenção à sua atenção em lugares desconhecidos. De acordo com especialistas que consultei, o cheiro de óleo poderia ter me salvado de cair. Portanto, mantenha sempre todos os seus sentidos.

3 A irmã presa em Gol

Naquela época, a maioria dos carros eram duas portas

Por muitos anos minha mãe tinha uma Diretoria Geral com duas portas chamadas "pelota" e lá fizemos vários passeios. Neste momento, minha irmã tinha pouco mais de dois anos e viajou no banco de trás de uma cadeira alta. Quando chegamos em casa, saímos do carro, minha mãe e eu – detalhe: ela deixou a chave no contato. Desci o passageiro e tranquei o meu lado, que neste carro fez as duas portas trancadas e silenciosamente fechou a porta. Claro, não sei que a chave estava em contato. Logo minha mãe vai tentar abrir minha porta e nada.

Em suma, trancamos o carro com a chave e minha irmãzinha dentro.

Não demorou cinco minutos para os vizinhos perceberem a situação cómica / desesperada e tentarem ajudar de alguma forma. Logo a rua inteira estava ciente do que havia acontecido. Houve também um motociclista que disse que sua chave Gol abriu todo o Gol. Mas nós não queríamos verificar a chave milagrosa.

Depois de muito tempo para fazer gestos e "conversar" com minha irmãzinha, ela entendeu que estava esticando o braço e puxando o bastão e literalmente resgatando. O alívio foi geral.

Lição: Nunca bloqueie as portas do carro antes que todos os passageiros tenham saído do veículo. E também tenha cuidado com as chaves que abrem todas as portas.

4 A multa que se tornou barata

A pequena mas notável Crypton

Esta história é também da época em que testei motocicletas, mas para uma revista especializada. Depois de uma longa semana de trabalho, tudo o que eu queria era apenas voltar para casa. Mas imagine São Paulo, numa noite de sexta-feira, com muito trânsito e chuva. Dos ciclos de teste disponíveis, a Yamaha Crypton foi a escolha perfeita para esse cenário. Assim que liguei a moto notei a luz de reposição acesa. Mas, na minha pressa, achei que seria suficiente voltar para casa e reabastecer apenas no sábado.

Quase chegamos decidi "cortar" a estrada e fazer uma conversão proibida, porque o trânsito estava parado e eu queria chegar lá em breve. Quando comecei a conversão, ouvi "a sirene da polícia" Uooounnnn "que eu não tinha visto antes.

A polícia me perguntou:" Qual moto é essa? "Respondi à minha resposta mais inocente:" É da Yamaha. Minha grande sorte entendeu a polícia assim que ele viu o documento em nome do fabricante e tudo correu bem.Eu assinei a bem merecida multa e ele seguiu o caminho.Quando eu comecei a moto a sair, o gás acabou, o que serviria mais de uma vez e o divórcio. O jeito era levar a moto até o posto de gasolina mais próximo, debaixo de chuva forte, onde estava toda a caçarola, eu peguei um cheesecake, ganhei dez reais e finalmente cheguei em casa. e respeitar as leis de trânsito

5. Uma das poucas fotos da van alugada utilizada na viagem

Anos depois de todas as plantas perenes acima, voltei a morar no interior de São Paulo, e no final do ano tinha um bom amigo por mim a idéia de alugar uma casa na praia para passar a véspera de Ano Novo. Sim, era uma casa grande para oito pessoas. Deveríamos ter ficado por vinte, mas isso é apenas detalhe. A cereja no topo do bolo seria a viagem. Haveria dois carros, uma motocicleta e uma van.

Além de economizar no alojamento, alugamos uma van e compartilhamos o custo em 9 pessoas. Nada como uma boa economia, certo?

Uma viagem regular, da minha cidade até a costa, leva de três a quatro horas, por São Paulo. Mas era véspera de Ano Novo, e claro que iríamos para o pior dia e voltaríamos no segundo dia com o resto do estado. No final, eram quinze horas por estrada e um infinito de vinte horas para retornar . Às vezes Kombosa parecia mais uma sauna ambulante, ficava ao sol e no trânsito. Era dias chuvosos – claro que choveria na praia – onde os copos estavam embaçados e os gritos eram uma tentativa geral de limpar as janelas do motorista.

Lição: aventura que você pode viver hoje. No início dos anos vinte, pode ser uma aventura ir de um carro para a praia. Aos trinta anos será um martírio.

Nem tudo foi flores e nem todos os trabalhos reais parecem um Instagram de famosos. Mas só quem não sai não tenta correr riscos. Todo esforço foi um aprendiz que tive que aprender e não andar de novo.

Em particular, tive duas grandes alegrias e conquistas pessoais em 2018: fiquei noiva e comecei a escrever aqui para a PapodeHomem.

No ano de 2018 eu tive duas grandes alegrias e conquistas pessoais: 19659002] E lá do outro lado o leitor?

Aposto que você tem várias histórias para contar! Nos vemos nos comentários e no próximo!

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